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“Lei Tiririca”

A reforma política do pode começar com a “Lei Tiririca”, que decretaria o fim do sistema proporcional para a eleição de deputados no Brasil.

Para quem quiser ler a reportagem: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,com-lei-tiririca-comeca-reforma-politica-possivel,682063,0.htm

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Manutenção Corretiva: O Programa de Saúde para professores do Estado de São Paulo

Estou publicando o link da página da Folha de São Paulo que noticia a implementação de um programa de saúde para o professor lançado pelo Governo do Estado de São Paulo:

Folha.com – Saber – Governo de SP lança programa de saúde para professores – 15/02/2011

O programa prevê a atuação de profissionais da saúde que irão atuar nas escolas com o objetivo de dar assistência aos professores. Minha opinião é a de que a iniciativa não é ruim, mas ela evidencia que a visão de saúde que este governo possui ainda é centenária: a visão de que a saúde é caso de hospital, ou seja, cuidar da saúde significa somente lidar com a doença, em vez de cuidar para que a doença não afete as pessoas.

É necessário sim um programa de saúde para os professores, mas não adianta muito disponibilizar um profissional de saúde para cuidar dos professores se estes devem estar sujeitos a uma carga horária extenuante para conseguir garantir um salário razoável. Ao ter que assumir muitas aulas, a qualidade da aula dada pelo professor com certeza diminui muito, devido não só ao cansaço, mas à falta de tempo para preparação das atividades. Para um professor que for comprometido com sua profissão, isso pode ser uma situação muito desgastante psicologicamente, pois todos os dias, ao sair do trabalho, a sensação de dever cumprido fica longe de passar pela sua cabeça. A sensação que fica é a de “dever comprido”!

O desgaste físico e psicológico está presente no cotidiano do professor e a criação de um programa de saúde mostra o quanto isto é evidente. Mas mais evidente ainda fica a percepção de que as coisas continuarão assim, que o professor terá que se sujeitar às más situações de trabalho por muito mais tempo correndo o risco de adquirir doenças que o Estado tenta sempre remediar, mas nunca procura prevenir.

Nosso Estado não previne a doença, tampouco promove a saúde. Prevenir significa esforçar-se para não deixar que a doença aconteça. Promover significa tomar ações que estimulem o cidadão a cuidar da sua saúde. A prevenção e a promoção significam menos gastos com remédios, internações e afastamentos.

Quando eu trabalhava na manutenção de uma indústria gráfica em São Paulo, eu reclamava que a manutenção das máquinas era sempre corretiva, ou seja, a empresa só fazia a manutenção quando a máquina quebrava. Em nosso país e em nosso Estado (São Paulo) ocorre o mesmo com o trabalhador. Não se promove a saúde do trabalhador e, de vez em quando, para tentar corrigir uma situação que não tem mais jeito de mudar, cria-se um programa de correção de problemas crônicos fadado ao fracasso, pois a solução proposta é incapaz de lidar com o problema criado.

Caso alguém queira realmente cuidar da saúde dos professores, deve olhar para a situação de trabalho a que este deve se submeter: o trabalho em dois ou três períodos na escola (não estou contando o tempo em que o professor trabalhar em casa, preparando atividades), a falta de apoio nas próprias escolas, a falta de materiais disponíveis para a realização de um bom trabalho, o total abandono da ideia de aumentar o salário do professor, a exposição a agressões físicas e psicológicas em sala de aula ou fora da própria escola e o desprezo que foi criado pela profissão. Do contrário, o número de professores que precisarão de cuidados médicos só tende a aumentar, até chegar o dia em que ninguém mais quiser exercer a profissão.

Por tudo isso, considero esse programa de saúde para professores criado pelo Estado de São Paulo uma propaganda da incompetência daqueles que se dizem preocupados com o futuro da educação do país e daqueles que se dizem preocupados com a saúde do trabalhador.

Para terminar, deixo aqui mais uma evidência de que as condições de trabalho às quais o professor se sujeita em nosso país são deploráveis. Os jovens estão deixando de optar pela carreira de docente porque conhecem as condições que deverão enfrentar uma vez formados. Sabendo disso, o MEC passou a promover este vídeo:

Só um aviso: a propaganda não vai funcionar se as condições reais de trabalho não forem favoráveis. Um vídeo e um discurso são insuficientes para mudar a situação. É preciso despertar e fazer a lição de casa.

Prof. José Gomes

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Guia Alimentar do Ministério da Saúde

“Você é o que você come!”. Esta é uma frase famosa e que faz sentido. Historiadores relatam que o Homem passou a desenvolver suas habilidades mais especiais a partir do momento em que conseguiu diversificar sua alimentação, ou seja, a partir do momento em que passou a comer melhor. Com certeza, o tema da alimentação ainda está presente e muito se alerta sobre a influência da alimentação na saúde das pessoas. Doenças como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, entre outros, estão associados a maus hábitos alimentares e isso pode prejudicar inclusive o bom andamento dos planos profissionais ou qualquer outro tipo de plano de vida. Imagine só, você trabalha a vida toda e quando consegue uma boa condição de vida para desfrutar tudo aquilo que sonhou, acaba ficando doente. Ninguém merece, né?

Um bom nutricionista pode te orientar a comer melhor. Mas para quem não quer pagar um nutricionista e está realmente preocupado com o futuro da sua saúde, o link abaixo é um”prato cheio”

Abriremos um “parêntesis” nos conteúdos de sala de aula e trataremos de um assunto importante para todos, independente da profissão: a alimentação. Dela dependem todas as funções do corpo, desde os movimentos até a capacidade de resolver problemas, de usar o raciocínio ao seu favor em qualquer circunstância. Por isso, cabe a pergunta:

Você se alimenta bem? Sim? Não? Não sabe? Eu confesso que preciso melhorar bastante…

Bom, então prestarei um serviço à comunidade. O Ministério da Saúde disponibiliza um pequeno guia alimentar que indica quais são os melhores alimentos para a nossa saúde, de que forma devemos comer e em que quantidade. Lá você também há a indicação de como fazer para descobrir se o seu peso está ideal, acima ou abaixo do normal.

Acesse o Guia de Bolso sobre Alimentação e comece a repensar seus hábitos de ogro! Ah, mas caso você seja do tipo que come pouco, com medo de engordar, cuidado pois você pode estar ingerindo uma quantidade de nutriente menor do que o seu corpo precisa. Por isso, tanto para os “ogros” quanto para os “filés de borboleta”, o guia disponibilizado pelo Ministério da Saúde é importante. Este pode ser o primeiro passo para você conseguir garantir uma longevidade além da expectativa. Mas não deixe de contribuir com a Previdência Social, senão viver muito pode não ser um bom negócio $$$$.

Abraços!

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