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Revolução Industrial

“Time is money” – “Tempo é dinheiro”

(Benjamin Franklin)

(NOVAES, Eduardo Novaes e RODRIGUES, Vilmar. Capitalismo para principiantes. São Paulo: Ática. p. 52)

Aqui está a tele aula do Telecurso sobre a Revolução Industrial, para ilustrar o que foi discutido em sala de aula.

Tele aula do Telecurso sobre a Revolução Industrial

Aqui  está um vídeo criado por uma professora, que explica as fases da Revolução Industrial. Ele pode ajudar a ilustrar melhor as diferenças entre as fases e as inovações que cada uma proporcionou.

Vídeo sobre as fases da Revolução Industrial
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O Café e a Revolução

O Lavrador de Café. Cândido Portinari, 1934

Estudando o período do Segundo Reinado, deparamo-nos com a cafeicultura como atividade econômica predominante. Mas o que faz do café um produto tão importante na época a ponto de se tornar a “alavanca” da economia do Brasil por tanto tempo?

Não existe um fator único que explique o “sucesso” do café como produto “top” da nossa economia. Aliás, dificilmente existe apenas uma única explicação para qualquer episódio histórico. Mas o fato é que existe uma relação interessante entre o desenvolvimento da cafeicultura no Brasil e aquilo que vinha ocorrendo na Europa no mesmo período.

Vamos ver: qual é mesmo o período em que ocorre o Segundo Reinado no Brasil? Resposta: o Segundo Reinado vai de 1840 até 1889, ou seja, “estamos” no século XIX. E o que estava ocorrendo na Europa neste período? Por assim dizer, a Europa estava “a todo vapor”!  No século anterior a Inglaterra foi pioneira em uma das mais impressionantes revoluções de nossa história: a Revolução Industrial. Acontece que o desenvolvimento da máquina a vapor proporcionou a possibilidade de produção em larga escala, mas isso também ocorria a custo de muito trabalho!

Crianças operando máquinas no período da Revolução Industrial

No século XIX, ou seja, no período em que ocorre o Segundo Reinado, alguns dos avanços da Revolução Industrial já estavam presentes na sociedade europeia. Mas não só os avanços, os problemas também. Um dos problemas ficou nas “costas” dos trabalhadores. As condições de trabalho nas fábricas eram péssimas e não existia legislação que protegesse o trabalhador. Essa “mamata” de férias, 13° salário, descanso semanal remunerado, carga horária de 44 horas semanais, etc. são conquistas recentes. Naquela época, o sujeito tinha que trabalhar 16, 20 horas por dia! E quando eu digo “sujeito”, leia-se também “sujeitas” e “sujeitinhos”, ou seja, mulheres e crianças também trabalhavam da mesma maneira e nas péssimas condições oferecidas.

Muito bem, agora vamos ligar os pontos. Nessa época, o café começou a fazer sucesso na Europa. Veja bem, o trabalhador tinha que operar um maquinário pesado durante longas horas do dia e em todos os dias. A base de quê essa galera ia conseguir se manter de pé? Cerveja? Não! A cafeína, por ser uma substância estimulante, então, tornou-se uma substância íntima ao trabalho.

Que coisa, e olha só quem estava começando a produzir café…o Brasil, sil, sil!!!

Agora é sua vez. Pesquise outros motivos para o café ter se tornado o principal produto da economia do Brasil durante o período do Segundo Reinado.

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